É isso ai Léo, Sucesso!!!!!!
segunda-feira, 22 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Pedais - O que é, Como funciona, Pra que serve e Dicas sobre cada efeito (Parte 3)
>>> Grupo dos efeitos de AMBIÊNCIA <<<
São os Delays e Reverbs. São os efeitos mais caros do mercado.
Estão disponíveis nas versões digital e analógico com variados recursos.
Os aspectos sonicamente reconhecíveis de um ambiente na reprodução podem são resumidos como "ambiência" e correspondem principalmente à reverberação e eco presentes.
DELAY:
Delay em inglês é atraso. Nos pedais esse atraso é gerado eletronicamente ou digitalmente para dar o efeito de ambiência conhecido como eco.
Eco é um fenômeno acústico de reflexão do som. Se uma pessoa grita do alto de uma montanha, p som ira na direção de um obstáculo que refletirá o som na direção da pessoa, de volta. No caso da guitarra, inicialmente os delays foram feitos a partir de uma máquina com fita magnética (tipo k7) que gravam e devolve o som gravado com dois cabeçotes, um de gravação e outro de reprodução. O tempo de delay era regulado através da velocidade com que essa fita girava no aparelho.
Depois disso veio o delay analógico eletrônico e em meados da década de 80 veio os delay eletrônicos digitais – a vantagem desses eletrônicos é a maior capacidade de armazenamento de dados gerando delay de mais de 1 segundo.
Geralmente gerado pelo armazenamento do sinal de áudio em um buffer eletrônico por certo período de tempo para depois ser reenviado para a saída de áudio. O efeito mais simples é conseguido pela soma do sinal original com o sinal atrasado.
Alguns guitarristas não gostam do som digital e preferem as unidades analógicas e alguns chegam pagar um dinheirão para ter uma máquina de delay de fitas magnéticas como, por exemplo, os “Echoflex”. Na verdade quem gosta do delay de fita é quem curte a onda vintage, pois ocorre uma deterioração na fita magnética e essa deterioração “passa” ao som atrasado, com certas mudanças no timbre (freqüência e leves desafinações), de forma proporcionalmente acentuada conforma as repetições do delay, o que dá ao som da guitarra uma “vibe”, um “calor”, um “sabor” vintage. Entre vários guitarristas pode indicar uns adeptos como Brian Setzer, Eric Johnson, Uli John Roth, etc.
Devido ao avanço da tecnologia, muitos processadores trabalham com conversão A/D (analógico-digital) de 24 bits, proporcionando a algumas unidades a capacidade de emular com fidelidade a deterioração dos atrasos dos delay de fita.
Outro recurso que acrescentou ao efeito foi o chamado “Tap Tempo”, onde o tempo de delay é ajustado através de uma chave onde se aciona pressionando a chave no intervalo de tempo desejado.
Delays múltiplos podem ser gerados pela reinserção repetida do sinal atrasado. Multitap delays são gerados a partir de um único e longo delay que é repetido em intervalos diferentes, gerando múltiplas repetições. Ping-pong delays são obtidos pelo direcionamento alternado de cada repetição para os canais esquerdo e direito da saída de áudio.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:
Delay Level – Volume do som atrasado, volume do efeito delay;
Delay Time – Controla o tempo entre uma repetição e outra do delay;
Feedback – Controla o número de repetições que o delay terá;
Outros – Unidades com recursos adicionais podem ter os controles: Tap Tempo, ping-pong, reverse, hold (repetições infinitas), multi delay, etc...
Exemplos:
- Analógicos:
Big Briar MF-104 Mooger Fooger Analog Delay
Boss DM-1 Analog Delay Machine
Boss DM-2 Analog Delay
Boss DM-3 Analog Delay
DOD 680 Analog Delay
DOD FX-90 Analog Delay
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay
Ibanez AD-9 Analog Delay
Maxon AD900 Analog Delay
MXR Analog Delay
Way Huge Aqua-Puss Analog Delay
- Digitais:
Akai E1 Headrush Delay Echo Looper
Boss DD-2 Digital Delay
Boss DD-3 Digital Delay
Boss DD-5 Digital Delay
Boss DD-6 Digital Delay
Boss DSD-2 Sampler Delay
Boss PS-2 Pitch Shifter / Delay
Boss PS-3 Pitch Shifter Delay
Boss RV-2 Reverb
Boss RV-3 Reverb Delay
Carl Martin Delayla
Carl Martin DeLayla XL
Carl Martin Red Repeat Guitar
Danelectro DE-1 Dan-Echo
Danelectro DJ-3 BLT Slap Echo
Danelectro Reel Echo Tape Simulator
DigiTech DigiDelay
Digitech PDS-8000 Echo Plus Delay Sampler
Digitech XDD Digidelay Delay
DOD DFX-9 Digital Delay
DOD DFX-94 Digital Delay / Sampler
Electro-Harmonix 16 Second Delay
Guyatone MD-3 Micro Digital Delay Pedal
Hughes & Kettner Replex Tube-Driven Tape Delay Simulator
Ibanez DE-7 Delay Echo
Ibanez DL-10 Digital Delay
Ibanez DML-20 Modulation Delay III
Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay
Korg 301DL Dynamic Echo
Landscape EDY
Line 6 ToneCore Echo Park
Line 6 DL-4 Delay Modeler
Marshall Echohead
SIB! Mr Echo
Tokai TDL-1 Digital Delay
WaveBox Triton
- Reverse:
Boss DD-5 Digital Delay
Danelectro Wasabi Forward-Reverse Delay
Digitech XDD Digidelay Delay
Electro-Harmonix 16 Second Delay
- Analógicos:
Big Briar MF-104 Mooger Fooger Analog Delay
Boss DM-1 Analog Delay Machine
Boss DM-2 Analog Delay
Boss DM-3 Analog Delay
DOD 680 Analog Delay
DOD FX-90 Analog Delay
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay
Ibanez AD-9 Analog Delay
Maxon AD900 Analog Delay
MXR Analog Delay
Way Huge Aqua-Puss Analog Delay
- Digitais:
Akai E1 Headrush Delay Echo Looper
Boss DD-2 Digital Delay
Boss DD-3 Digital Delay
Boss DD-5 Digital Delay
Boss DD-6 Digital Delay
Boss DSD-2 Sampler Delay
Boss PS-2 Pitch Shifter / Delay
Boss PS-3 Pitch Shifter Delay
Boss RV-2 Reverb
Boss RV-3 Reverb Delay
Carl Martin Delayla
Carl Martin DeLayla XL
Carl Martin Red Repeat Guitar
Danelectro DE-1 Dan-Echo
Danelectro DJ-3 BLT Slap Echo
Danelectro Reel Echo Tape Simulator
DigiTech DigiDelay
Digitech PDS-8000 Echo Plus Delay Sampler
Digitech XDD Digidelay Delay
DOD DFX-9 Digital Delay
DOD DFX-94 Digital Delay / Sampler
Electro-Harmonix 16 Second Delay
Guyatone MD-3 Micro Digital Delay Pedal
Hughes & Kettner Replex Tube-Driven Tape Delay Simulator
Ibanez DE-7 Delay Echo
Ibanez DL-10 Digital Delay
Ibanez DML-20 Modulation Delay III
Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay
Korg 301DL Dynamic Echo
Landscape EDY
Line 6 ToneCore Echo Park
Line 6 DL-4 Delay Modeler
Marshall Echohead
SIB! Mr Echo
Tokai TDL-1 Digital Delay
WaveBox Triton
- Reverse:
Boss DD-5 Digital Delay
Danelectro Wasabi Forward-Reverse Delay
Digitech XDD Digidelay Delay
Electro-Harmonix 16 Second Delay
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay:
Electro-Harmonix 16 Second Delay:
Alguns Videos:
Line 6 DL-4 Delay Modeler:
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay:
Electro-Harmonix 16 Second Delay:
REVERB:
Efeito irmão do delay, a diferença está que ao invés de se ter uma única reflexão “indo e voltando” da origem sonora ao obstáculo, agora o reverb apresenta várias reflexões com vários tempos de atrasos diferentes, pois temos que imaginar vários obstáculos, uma mais perto outro mais longe e a reflexão do obstáculo mais próximo é mais rápido do que o que está mais longe..
Numa sala de concerto, o som que espectador ouve contém tanto o som original produzido pela fonte (voz, instrumento acústico, sistema de sonorização, etc) quanto às milhares de reflexões desse som original, que bate no chão, paredes e teto, até chegar aos ouvidos, com um pequeno atraso. Essas reflexões são como milhares de ecos do sinal direto que, devido à sua grande quantidade, não são perecebidas exatamente como ecos, mas sim como “reverberação”.
Baseados na reflexividade de um ambiente podemos distinguir os materiais de que ele é composto. Em salas grandes com paredes elevadas de tijolo a reverberação geralmente é muito pesada e precisa de algum tempo até cessar. Já uma sala pequena, com muitos objetos dentro, possui uma reverberação muito pequena, em geral nem percebida como tal. Entretanto, essa pequena reverberação de fato existe, e por essa a razão é que os projetistas de processadores de efeitos incluirem vários tipos básicos de reverberações, dando a eles nomes de tipos diferentes de “salas”. É muito natural, por exemplo, que uma programação de reverb chamada “Catedral” produza uma reverberação longa e muito densa, enquanto uma programação chamada de “Room” represente a acústica de uma sala muito menor.
As primeiras unidades foram os reverbs de mola e de placa.
Um reverb de placa é composto de uma placa fina de aço ou outro metal resistente coberto com liga de ouro, que é posto a vibrar pelo sinal a ser processado (reverberado). Em outro ponto da placa o sinal é captado por um transdutor e então adicionado ao sinal original.
O reverb de mola usa o mesmo principio, mas o som reverberado possui uma qualidade inferior ao do sistema com placa. Sinais com muita dinâmica, como bateria, sofrem uma compressão alta quando reproduzidos num reverb de mola.
Hoje os processadores de efeito conseguem emular qualquer tamanho de sala com superfícies distintas.
Resumindo, o tipos de reverbs são Plate (sala pequena com superfícies muito reflexivas), Room (sala de porte médio – tem a intenção de soar um ambiente caseiro comum), Hall (sala de grande porte, ambientes amplos – som de Catedral), Chamber Hall (câmaras de concerto) e finalmente o usados por guitarristas, o Spring (reverb de mola dos amplis de guitarra).
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:
Reverb type – seleciona o tipo de sala a ser escolhida;
Decay / Time – controle de duração do reverb até não ter nenhuma reflexão soando;
Mix – controla a mistura do som reverberado com o som original;
Diffusion – controle de densidade das reflexões;
Pré-Delay – controle de tempo para que o som comece a reverberar
Exemplos:
Boss RV-2 Reverb
Boss RV-3 Reverb Delay
Boss RV-5 Reverb
Danelectro Corned Beef Reverb
Danelectro Spring King Spring Reverb
DigiTech DigiVerb Digital Reverb Pedal
Digitech TSR24 True Stereo Reverb
Electro-Harmonix Holy Grail
Guyatone MR-2 Micro Reverb
Onerr DG-1 Digital Reverb
Marshall Reflector Digital Reverb
Rocktron Cyborg Digital Reverb Pedal
Boss RV-2 Reverb
Boss RV-3 Reverb Delay
Boss RV-5 Reverb
Danelectro Corned Beef Reverb
Danelectro Spring King Spring Reverb
DigiTech DigiVerb Digital Reverb Pedal
Digitech TSR24 True Stereo Reverb
Electro-Harmonix Holy Grail
Guyatone MR-2 Micro Reverb
Onerr DG-1 Digital Reverb
Marshall Reflector Digital Reverb
Rocktron Cyborg Digital Reverb Pedal
Blog do Professor Vanio
Bom galera, acho que quase todo mundo que frequenta a AGT, conhece ou já ouviu falar do Vanio né?! Pois bem, o cara é um baita professor, musico e amigo, recentemente ele fez o seu blog, o blog esta em construção ainda, mas já mostra um pouco do trabalho desse genio. No total, até agora, são 5 musicas disponíveis para se ouvir no blog, são elas;
-Nosso Amor
-Dream Infinity
-Deeply Marked
-Conquista
-Sozinho.
Escutem as musicas e tirem as suas próprias conclusões!
http://vaniotomelin.blogspot.com/
-Nosso Amor
-Dream Infinity
-Deeply Marked
-Conquista
-Sozinho.
Escutem as musicas e tirem as suas próprias conclusões!
http://vaniotomelin.blogspot.com/
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Léo Dressel
Opa galera!!!
Hoje vou divulgar dois videos de um grande amigo meu, aqui da cidade de Joinville, o Léozinho, ou Léo Dressel!
O kra é fera, virou endorse da Tagima aos 15 anos de idade, participava da expomusic sendo convidado especial da Tagima e da Warm Music desde os 13 anos de idade!!!!
Agradecimentos especiais a Tagima, Basso, Solez e Polvani.
Musica Futuro
Musica Fives - Guthrie Govan
Valeu galera.
Bom Natal e Ótimo final de ano pra todos!!!!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Pedais - O que é, Como funciona, Pra que serve e Dicas sobre cada efeito! (Parte 2)
>>> Grupo dos efeitos de MODULAÇÃO <<<
Estão inclusos no grupos efeitos como CHORUS, FLANGER, SIMULADORES DE LESLIE, PHASER, VIBRATO/TREMULO, RING MODULATOR, etc.
Se formos contar de verdade esse grupo pode ficar gigante se começarmos a contar efeitos vindos da combinação de outros de modulação já existente.
Se formos contar de verdade esse grupo pode ficar gigante se começarmos a contar efeitos vindos da combinação de outros de modulação já existente.
A categoria de modulação trabalha dentro do principio de dobra de sinal, alteração na freqüência, alteração da afinação, alteração da amplitude, alteração na fase do sinal.
PS. Se levar o conceito ao pé da letra os efeitos de PITCH podem ser inclusos em modulação, mas nesse tópico vou colocar em grupo separado.
Descreverei os principais.
CHORUS:
Para entendermos como funciona um chorus, vamos imaginar a seguinte situação: se dois guitarristas tocam o mesmo acode/nota ao mesmo tempo várias vezes, os dois sons gerados por eles vão ter um certo atraso gerado pela diferença execução existente entre um guitarrista e outro, os dois sons estarão sutilmente desafinados, visto que cada guitarrista tem sua “pegada”, e também os sons estarão diferentes devido aos equipamentos serem diferentes (mesmo se for da mesma marca e modelo, nenhum equipamento é igual a outro, nem que essa diferença seja sutil, mas existe). O chorus faz exatamente isso, só que eletronicamente. O atraso gerado geralmente é algo em torno de 20ms e 30ms e esse atraso é somado à onda original, gerado pela guitarra.
Este atraso é levemente desafinado pela variação de velocidade da onda. Imagine dois toca fitas tocando junto só que um deles têm uma leva variação de velocidade, isso gerará uma desafinação e quando os dois forem somados haverá um Chorus.
A variação de velocidade da onda é gerada pelo LFO (Low Frequency Oscilator) – oscilador de baixas freqüências. Variando sua velocidade, o LFO faz mudanças em freqüências muito baixas, fazendo uma leva desafinação no sinal que é dobrado.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:
Depth – controla a profundidade da onda dobrada, acentuando ou atenuando a desafinação.
Rate / Speed – Controle de velocidade da oscilação, o distanciamento da afinação (pitch) original.
Outros – os chorus modernos possuem outros recursos como Volume do efeito, Tone para dar mais um brilho no efeito e até um botão (no caso do Ibanez CF-7) chamado 10ms que atrasa mais 10ms do sinal já atrasado. Mas o que comando realmente o chorus é o Depth e o Rate, qualquer outro botão é recurso adicional.
Exemplos:
Boss CE-1 Chorus Ensemble
Boss CE-2 Chorus
Boss CE-3 Chorus
Boss CE-5 Chorus Ensemble
Boss CEB-3 Bass Chorus
Boss CH-1 Super Chorus
Boss DC-2 Dimension C
Boss DC-3 Digital Dimension
Boss PS-3 Pitch Shifter Delay
Danelectro Cool Cat Chorus
Digitech XMC Multi Chorus
DOD FX-65 Stereo Chorus
Dunlop Rotovibe
Dunlop UniVibe
Electro-Harmonix Clone Theory Chorus/Vibrato
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay
Electro-Harmonix Small Clone Analog Chorus
Electro-Harmonix Stereo PolyChorus
Fulltone ChoralFlange
Fulltone Deja 'Vibe
Ibanez BC-9 Bi-Mode Chorus
Ibanez BCL Bi-Mode Chorus
Ibanez CF-7 Chorus/Flanger
Ibanez DML-20 Modulation Delay III
Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay
Ibanez SC-9 Stereo Chorus
LandScape Angel Chorus
Line 6 MM-4 Modulation Modeler
Maxon CS-9 Pro STEREO CHORUS PRO
MXR Micro Chorus
MXR Stereo Chorus
Roger Mayer Voodoo Vibe
Sweet Sound Ultra-Vibe Chorus/Vibrato
TC Electronic TCF Chorus/Flanger
Tokai TCH-1 Chorus
Yamaha AG Stomp Acoustic Preamp / Mic Modeler / FX
Yamaha CH-10MII Chorus
Algumas fotos:
Boss CH-1 Super Chorus

Dunlop Rotovibe
MXR Stereo Chorus
Alguns Videos:
Boss CH-1 Super Chorus
Dunlop Rotovibe
MXR Stereo Chorus
FLANGER:
Esse efeito é semelhante ao phase e foi usado pela primeira vez em uma gravação pelo inovador guitarrista Les Paul.
Inicialmente o principio de funcionamento é igual do chorus (dobra + atraso + desafinação + sinal original), mas quando esse chorus foi soar, pegaram essa saída e jogaram novamente na entrada, ou seja, pegaram o sinal que ia sair de um chorus e realimentaram ele, jogando esse sinal na entrada novamente. Então o sinal é tratado como chorus e volta para um segundo tratamento causando um efeito de “redemoinho” ou de “avião a jato”.
Na verdade esse efeito acontece devido a realimentação do sinal que provoca o cancelamento de algumas freqüências criando a sensação de decaimento e aumento em alguma delas.
O flanger permite então vários ajustes, desde um chorus comum (é só deixar o botão Res ou Resonance ou Feedback no zero e ajustar o Depth e o Rate) passando por sons metálicos com ambiências reflexivas a dimensões pequenas (algo como um cano d’agua) até o som de aviões a jato.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:
Depth – controla a profundidade da onda dobrada, acentuando ou atenuando a desafinação.
Rate / Speed – Controle de velocidade da oscilação, o distanciamento da afinação (pitch) original.
Res / Resonance / Feedback / Regen – esse é o responsável pela quantidade de sinal que realimentará o efeito, quanto mais realimentação, mais presente será o efeito flanger.
Outros – os flangers modernos possuem outros recursos como Volume do efeito, Tone para dar mais um brilho no efeito e até um botão (no caso do Ibanez CF-7) chamado 10ms que atrasa mais 10ms do sinal já atrasado. Mas o que comando realmente o flanger é o Depth, o Feedback e o Rate, qualquer outro botão é recurso adicional.
Exemplos:
ADA Flanger
Boss BF-2 Flanger
Boss BF-3 Flanger
Boss DC-2 Dimension C
Digitech XTF Turbo Flange Stereo Flanger
DOD 101 Flanger
DOD FX-75C Stereo Flanger
DOD FX747 Supersonic Stereo Flanger
Electro-Harmonix Electric Mistress Flanger
Electro-Harmonix Stereo PolyChorus
Fulltone ChoralFlange
Ibanez CF-7 Chorus/Flanger
Ibanez DFL Flanger
Ibanez DML-20 Modulation Delay III
Ibanez FL-9 Flanger
Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay
Line 6 MM-4 Modulation Modeler
Musictronics/Mutron Flanger
MXR Micro Flanger
MXR Stereo Flanger
Boss DC-2 Dimension C
Digitech XTF Turbo Flange Stereo Flanger
DOD 101 Flanger
DOD FX-75C Stereo Flanger
DOD FX747 Supersonic Stereo Flanger
Electro-Harmonix Electric Mistress Flanger
Electro-Harmonix Stereo PolyChorus
Fulltone ChoralFlange
Ibanez CF-7 Chorus/Flanger
Ibanez DFL Flanger
Ibanez DML-20 Modulation Delay III
Ibanez FL-9 Flanger
Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay
Line 6 MM-4 Modulation Modeler
Musictronics/Mutron Flanger
MXR Micro Flanger
MXR Stereo Flanger
MXR EVH Flanger
Pearl Flanger
Ross Flanger
TC Electronic TCF Chorus/Flanger
Tychobrahe Pedal Flanger
Vox Flanger
Pearl Flanger
Ross Flanger
TC Electronic TCF Chorus/Flanger
Tychobrahe Pedal Flanger
Vox Flanger
Algumas Fotos:
Boss BF-2 Flanger

MXR Flanger

MXR EVH Flanger

Alguns Videos:
Boss BF-3 Flanger
MXR Flanger
PHASER:
Esse é o efeito em que Eddie Van Halen arrebentou, confira o trabalho “Atomic Punk” desse mestre da guitarra.
O phase era produzido originalmente gravando e reproduzindo o mesmo sinal em dois gravadores; as variações de pitch e velocidade provocam um efeito (wooshing). Largamente utilizado nos anos 60 pelas bandas psicodélicas, o phaser continua a ser um efeito popular. Esta unidade data de meados dos anos 70.
O interessante resultado sonoro caracterizado neste efeito é obtido da seguinte forma: soma-se à onda original uma onda de mesma freqüência e amplitude, mas com uma variação temporal e linear de fase, o que resulta em uma série de interferências construtivas e destrutivas. O único parâmetro desse tipo de efeito é a freqüência com que varia a fase da onda somada à original.
O efeito de phase emprega atrasos muito curtos na faixa de 1 a 10 ms. Quando o sinal original é atrasado em relação ao sinal repetido ocorre um efeito conhecido por comb filter no qual as frequências cujos períodos estão diretamente relacionados ao tempo de atraso são atenuadas e reforçadas devido ao cancelamento de fase. Efeitos de phase utilizam um determinado número de filtros para gerar o efeito comb. Usando um modulador (LFO) para mover esse filtro dentro de uma determinada região do espectro causa um cancelamento de fases variável dependente das frequências usadas.
A diferença entre phase e flanger é que neste último a atenuação e o reforço das frequências ocorrem em intervalos regulares enquanto que no phase isso depende da disposição dos filtros. Além disso, no phase o espaçamento, a largura e a intensidade (depth) podem ser variáveis. Em geral, flange tem um efeito no campo das alturas mais pronunciado que o phase.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:
Rate / Speed - Determina a velocidade com o que o modulador irá varrer ciclicamente a faixa de espectro determinada.
Range - determina essa faixa do espectro a ser varrida pelo modulador.
Outros - filtros, feedback loop.
Exemplos:
ADA Final Phase
Big Briar Mooger Fooger MF-103 Phaser
Boss PH-1 Phaser
Boss PH-1r Phaser
Boss PH-2 Super Phaser
Boss PH-3 Phaser Shifter
DOD FX20C Stereo Phaser
Electro-Harmonix Bad Stone Phaser
Electro-Harmonix Small Stone Phaser Russian
Electro-Harmonix Small Stone Phaser USA
Fulltone Deja 'Vibe
Guyatone PS-3 Phase Shifter
Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay
Ibanez PH-7 Phaser
Ibanez PT-707 Phasetone II Phaser
Ibanez PT-9 Phaser
Ibanez PT-909 Phase Tone Phaser
Line 6 MM-4 Modulation Modeler
Maestro Phase Shifter
Motorphasor Phaser
Musictronics/Mutron Bi-Phase Phaser
Musictronics/Mutron Phaser II
MXR Phase 100 Phaser
MXR Phase 45 Phaser
MXR Phase 90 Phaser
Pearl Phaser
Ross Phaser
TC Electronic XII Progammable Phaser
Tokai TPH-1 Phaser
UniVox Micro-Fazer Phaser
Yamaha PH-10MII Phaser
Esse é o efeito em que Eddie Van Halen arrebentou, confira o trabalho “Atomic Punk” desse mestre da guitarra.
O phase era produzido originalmente gravando e reproduzindo o mesmo sinal em dois gravadores; as variações de pitch e velocidade provocam um efeito (wooshing). Largamente utilizado nos anos 60 pelas bandas psicodélicas, o phaser continua a ser um efeito popular. Esta unidade data de meados dos anos 70.
O interessante resultado sonoro caracterizado neste efeito é obtido da seguinte forma: soma-se à onda original uma onda de mesma freqüência e amplitude, mas com uma variação temporal e linear de fase, o que resulta em uma série de interferências construtivas e destrutivas. O único parâmetro desse tipo de efeito é a freqüência com que varia a fase da onda somada à original.
O efeito de phase emprega atrasos muito curtos na faixa de 1 a 10 ms. Quando o sinal original é atrasado em relação ao sinal repetido ocorre um efeito conhecido por comb filter no qual as frequências cujos períodos estão diretamente relacionados ao tempo de atraso são atenuadas e reforçadas devido ao cancelamento de fase. Efeitos de phase utilizam um determinado número de filtros para gerar o efeito comb. Usando um modulador (LFO) para mover esse filtro dentro de uma determinada região do espectro causa um cancelamento de fases variável dependente das frequências usadas.
A diferença entre phase e flanger é que neste último a atenuação e o reforço das frequências ocorrem em intervalos regulares enquanto que no phase isso depende da disposição dos filtros. Além disso, no phase o espaçamento, a largura e a intensidade (depth) podem ser variáveis. Em geral, flange tem um efeito no campo das alturas mais pronunciado que o phase.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:
Rate / Speed - Determina a velocidade com o que o modulador irá varrer ciclicamente a faixa de espectro determinada.
Range - determina essa faixa do espectro a ser varrida pelo modulador.
Outros - filtros, feedback loop.
Exemplos:
ADA Final Phase
Big Briar Mooger Fooger MF-103 Phaser
Boss PH-1 Phaser
Boss PH-1r Phaser
Boss PH-2 Super Phaser
Boss PH-3 Phaser Shifter
DOD FX20C Stereo Phaser
Electro-Harmonix Bad Stone Phaser
Electro-Harmonix Small Stone Phaser Russian
Electro-Harmonix Small Stone Phaser USA
Fulltone Deja 'Vibe
Guyatone PS-3 Phase Shifter
Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay
Ibanez PH-7 Phaser
Ibanez PT-707 Phasetone II Phaser
Ibanez PT-9 Phaser
Ibanez PT-909 Phase Tone Phaser
Line 6 MM-4 Modulation Modeler
Maestro Phase Shifter
Motorphasor Phaser
Musictronics/Mutron Bi-Phase Phaser
Musictronics/Mutron Phaser II
MXR Phase 100 Phaser
MXR Phase 45 Phaser
MXR Phase 90 Phaser
Pearl Phaser
Ross Phaser
TC Electronic XII Progammable Phaser
Tokai TPH-1 Phaser
UniVox Micro-Fazer Phaser
Yamaha PH-10MII Phaser
Algumas Fotos:
Boss PH-3 Phaser Shifter

MXR EVH Phase 90 Phaser

Alguns Videos:
Boss PH-3 Phase Shifter
MXR EVH Phase 90 Phaser
SIMULADORES LESLIE / ROTARY SPEAKER:
Efeito obtido originalmente com uma caixa acústica girando, o que produz alterações de fase interessantes, principalmente em timbres de órgão e cordas. Esse efeito foi primeiramente gerado pela caixa Leslie, que era muito usada com os antigos órgãos Hammond. Para guitarra esse efeito é algo próximo de um chorus.
Qual a diferença entre caixa Leslie e Rotary Speaker??? Simples. A Leslie é um objeto que possui “falantes” acoplados a um motor. Rotary Speaker é o efeito que gerado pela Leslie, quando os falantes estão girando.
Exemplos:
DOD FX22 VibroThang
Dunlop UniVibe
Fulltone Deja 'Vibe
Efeito obtido originalmente com uma caixa acústica girando, o que produz alterações de fase interessantes, principalmente em timbres de órgão e cordas. Esse efeito foi primeiramente gerado pela caixa Leslie, que era muito usada com os antigos órgãos Hammond. Para guitarra esse efeito é algo próximo de um chorus.
Qual a diferença entre caixa Leslie e Rotary Speaker??? Simples. A Leslie é um objeto que possui “falantes” acoplados a um motor. Rotary Speaker é o efeito que gerado pela Leslie, quando os falantes estão girando.
Exemplos:
DOD FX22 VibroThang
Dunlop UniVibe
Fulltone Deja 'Vibe
Fulltone Mini Deja Vibe 2
Hughes and Kettner Tube Rotosphere
UniVox Uni-Vibe
UniVox UniVibe
VooDoo Lab Micro Vibe
Hughes and Kettner Tube Rotosphere
UniVox Uni-Vibe
UniVox UniVibe
VooDoo Lab Micro Vibe
Algumas Fotos:

Fulltone Mini Deja Vibe 2

Alguns Videos:
Dunlop UniVibe
Fulltone Mini Deja Vibe 2
VIBRATO / TRÊMULO:
O conceito de vibrato e trêmulo se confundem, na verdade é até caso de muitas discussões. É certo que realmente esses dois itens se confundem, principalmente porque até fabricantes de pedais fazem pedais chamados Trêmulo e pedais chamados Vibrato, mas eu não vou discutir com ninguém mas vou postar aqui minhas conclusões mediante as pesquisas que fiz.Então, qual é a diferença entre vibrato e trêmulo??? O conceito de vibrato é múltiplas variações de tom, você treme a mão esquerda, como se estivesse fazendo vários bends menores na mesma nota ou treme a sua ponte fazendo o mesmo efeito. Trêmulo é a técnica usada para obter o efeito de Vibrato. Isso mesmo a técnica que consiste em tremer a corda com a mão ou com a alavanca, gerando um Vibrato é exatamente o Trêmulo. Resumindo Trêmulo é a técnica, a execução que tem por resultado o efeito vibrato.
Nos pedais isso não passa de variação da freqüência do sinal. A esse sinal que sofre a variação de freqüência não é adicionado o sinal original como acontece no chorus, flanger, por exemplo.
Existem também versões que apontam que Vibrato é variação de tom (como expliquei acima) e Trêmulo é uma variação periódica de amplitude (como variar periodicamente o botão de volume num aparelho de som).
Fica a critério de cada um escolher em qual versão acreditar. Ambas as explicações têm nexo...
Exemplos:
Boss PN-2 Tremolo Pan
Boss PS-5 Super Shifter
Boss TR-2 Tremolo
Boss VB-2 Vibrato
Colorsound Tremolo
Diaz Tremodillo Tremolo
DOD FX22 VibroThang
Dunlop Rotovibe
Dunlop UniVibe
Dunlop TS-1 Tremolo Stereo Pan
Dunlop TVP-1 Tremolo Volume
Electro-Harmonix Clone Theory Chorus/Vibrato
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay
Electro-Harmonix Wiggler Tremolo / Vibrato
Fulltone Deja 'Vibe
Guyatone VT-3 Vintage Tremolo
Hughes and Kettner Tube Rotosphere
Line 6 MM-4 Modulation Modeler
Prescription Electronics Throb Tremolo
Rocktron Surf Tremolo/Compressor
Roger Mayer Voodoo Vibe
Sweet Sound Ultra-Vibe Chorus/Vibrato
VooDoo Lab Micro Vibe
VooDoo Lab Tremolo
Zvex Seek Wah / Tremolo / Filter
Boss PN-2 Tremolo Pan
Boss PS-5 Super Shifter
Boss TR-2 Tremolo
Boss VB-2 Vibrato
Colorsound Tremolo
Diaz Tremodillo Tremolo
DOD FX22 VibroThang
Dunlop Rotovibe
Dunlop UniVibe
Dunlop TS-1 Tremolo Stereo Pan
Dunlop TVP-1 Tremolo Volume
Electro-Harmonix Clone Theory Chorus/Vibrato
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay
Electro-Harmonix Wiggler Tremolo / Vibrato
Fulltone Deja 'Vibe
Guyatone VT-3 Vintage Tremolo
Hughes and Kettner Tube Rotosphere
Line 6 MM-4 Modulation Modeler
Prescription Electronics Throb Tremolo
Rocktron Surf Tremolo/Compressor
Roger Mayer Voodoo Vibe
Sweet Sound Ultra-Vibe Chorus/Vibrato
VooDoo Lab Micro Vibe
VooDoo Lab Tremolo
Zvex Seek Wah / Tremolo / Filter
Alguams Fotos:
Boss TR-2 Tremolo

Boss VB-2 Vibrato

Alguns Videos:
Boss TR-2 Tremolo
Boss VB-2 Vibrato
Boss TR-2 Tremolo

Boss VB-2 Vibrato
Alguns Videos:
Boss TR-2 Tremolo
Boss VB-2 Vibrato
OUTROS MODULADORES:
Como eu disse anteriormente se for para descrever todos os efeitos moduladores, isso precisaria de um trabalho muito grande, pois alem dos três (chorus, flanger e phaser) descritos existem outros que são combinação ou variação um dos outros. Enfim onde houver uma variação ou de fase, ou de freqüência e até mesmo de amplitude e que essa variação ou essas variações seja combinada com o sinal original poderá ser um modulação. Depois, ainda, desse resultado obtido, se usa-lo para realimentar o circuito haverá mais opções de efeitos todos oriundos de uma modulação ou modulações sejam elas quais forem.terça-feira, 24 de novembro de 2009
Banda Hexafônicos lança seu primeiro CD e Videoclip!!!!!
A banda Hexafônicos de Joinille SC, lançou a pouco tempo o seu primeiro cd, com o nome de Tarântula.
A banda tem integrantes de Joinville e Curitiba que mistura Rock com ritmos Brasileiros (Baião, frevo, maracatu, afoxé, samba...).
Tarântula, álbum de estréia dos Hexafônicos foi premiado em 3 editais culturais, e conta com a participação de grandes músicos como: Edu Ardanuy, Mozart Mello, Marcinho Eiras, Endrigo Bettega, Orimar Hess dentre outros.
A banda tem integrantes de Joinville e Curitiba que mistura Rock com ritmos Brasileiros (Baião, frevo, maracatu, afoxé, samba...).
Tarântula, álbum de estréia dos Hexafônicos foi premiado em 3 editais culturais, e conta com a participação de grandes músicos como: Edu Ardanuy, Mozart Mello, Marcinho Eiras, Endrigo Bettega, Orimar Hess dentre outros.
Integrantes:
Airton Mann - Guitarra e Voz
Clovis Correa - Guitarra, Baixo e Voz
Marcos Parreira (Bocão) - Baixo, Violão e Voz
Jediel Araujo (Jeddy) - Piano, Teclados e Voz
Fernando D'alqua (Sapo) - Bateria e Voz
Leandro Gonçalves - Voz e Letras

Com Exclusividade o Video Clip da Banda, musica Maracathrash:
Myspace da banda:
http://www.myspace.com/hexafonicos
Quem quizer adquirir o cd:
Abum Tarântula a venda na Rock Total, Musical Joinville, Graves&Agudos, Circus M. Store, IGT, Stage Music, Belas Artes, Arte Maior...$12,00 ou entrar em contato pelo e-mail hexafonicos@gmail.com
Airton Mann - Guitarra e Voz
Clovis Correa - Guitarra, Baixo e Voz
Marcos Parreira (Bocão) - Baixo, Violão e Voz
Jediel Araujo (Jeddy) - Piano, Teclados e Voz
Fernando D'alqua (Sapo) - Bateria e Voz
Leandro Gonçalves - Voz e Letras

Com Exclusividade o Video Clip da Banda, musica Maracathrash:
Myspace da banda:
http://www.myspace.com/hexafonicos
Quem quizer adquirir o cd:
Abum Tarântula a venda na Rock Total, Musical Joinville, Graves&Agudos, Circus M. Store, IGT, Stage Music, Belas Artes, Arte Maior...$12,00 ou entrar em contato pelo e-mail hexafonicos@gmail.com
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