São os Delays e Reverbs. São os efeitos mais caros do mercado.
Estão disponíveis nas versões digital e analógico com variados recursos.
Os aspectos sonicamente reconhecíveis de um ambiente na reprodução podem são resumidos como "ambiência" e correspondem principalmente à reverberação e eco presentes.
DELAY:
Delay em inglês é atraso. Nos pedais esse atraso é gerado eletronicamente ou digitalmente para dar o efeito de ambiência conhecido como eco.
Eco é um fenômeno acústico de reflexão do som. Se uma pessoa grita do alto de uma montanha, p som ira na direção de um obstáculo que refletirá o som na direção da pessoa, de volta. No caso da guitarra, inicialmente os delays foram feitos a partir de uma máquina com fita magnética (tipo k7) que gravam e devolve o som gravado com dois cabeçotes, um de gravação e outro de reprodução. O tempo de delay era regulado através da velocidade com que essa fita girava no aparelho.
Depois disso veio o delay analógico eletrônico e em meados da década de 80 veio os delay eletrônicos digitais – a vantagem desses eletrônicos é a maior capacidade de armazenamento de dados gerando delay de mais de 1 segundo.
Geralmente gerado pelo armazenamento do sinal de áudio em um buffer eletrônico por certo período de tempo para depois ser reenviado para a saída de áudio. O efeito mais simples é conseguido pela soma do sinal original com o sinal atrasado.
Alguns guitarristas não gostam do som digital e preferem as unidades analógicas e alguns chegam pagar um dinheirão para ter uma máquina de delay de fitas magnéticas como, por exemplo, os “Echoflex”. Na verdade quem gosta do delay de fita é quem curte a onda vintage, pois ocorre uma deterioração na fita magnética e essa deterioração “passa” ao som atrasado, com certas mudanças no timbre (freqüência e leves desafinações), de forma proporcionalmente acentuada conforma as repetições do delay, o que dá ao som da guitarra uma “vibe”, um “calor”, um “sabor” vintage. Entre vários guitarristas pode indicar uns adeptos como Brian Setzer, Eric Johnson, Uli John Roth, etc.
Devido ao avanço da tecnologia, muitos processadores trabalham com conversão A/D (analógico-digital) de 24 bits, proporcionando a algumas unidades a capacidade de emular com fidelidade a deterioração dos atrasos dos delay de fita.
Outro recurso que acrescentou ao efeito foi o chamado “Tap Tempo”, onde o tempo de delay é ajustado através de uma chave onde se aciona pressionando a chave no intervalo de tempo desejado.
Delays múltiplos podem ser gerados pela reinserção repetida do sinal atrasado. Multitap delays são gerados a partir de um único e longo delay que é repetido em intervalos diferentes, gerando múltiplas repetições. Ping-pong delays são obtidos pelo direcionamento alternado de cada repetição para os canais esquerdo e direito da saída de áudio.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:
Delay Level – Volume do som atrasado, volume do efeito delay;
Delay Time – Controla o tempo entre uma repetição e outra do delay;
Feedback – Controla o número de repetições que o delay terá;
Outros – Unidades com recursos adicionais podem ter os controles: Tap Tempo, ping-pong, reverse, hold (repetições infinitas), multi delay, etc...
Exemplos:
- Analógicos:
Big Briar MF-104 Mooger Fooger Analog Delay
Boss DM-1 Analog Delay Machine
Boss DM-2 Analog Delay
Boss DM-3 Analog Delay
DOD 680 Analog Delay
DOD FX-90 Analog Delay
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay
Ibanez AD-9 Analog Delay
Maxon AD900 Analog Delay
MXR Analog Delay
Way Huge Aqua-Puss Analog Delay
- Digitais:
Akai E1 Headrush Delay Echo Looper
Boss DD-2 Digital Delay
Boss DD-3 Digital Delay
Boss DD-5 Digital Delay
Boss DD-6 Digital Delay
Boss DSD-2 Sampler Delay
Boss PS-2 Pitch Shifter / Delay
Boss PS-3 Pitch Shifter Delay
Boss RV-2 Reverb
Boss RV-3 Reverb Delay
Carl Martin Delayla
Carl Martin DeLayla XL
Carl Martin Red Repeat Guitar
Danelectro DE-1 Dan-Echo
Danelectro DJ-3 BLT Slap Echo
Danelectro Reel Echo Tape Simulator
DigiTech DigiDelay
Digitech PDS-8000 Echo Plus Delay Sampler
Digitech XDD Digidelay Delay
DOD DFX-9 Digital Delay
DOD DFX-94 Digital Delay / Sampler
Electro-Harmonix 16 Second Delay
Guyatone MD-3 Micro Digital Delay Pedal
Hughes & Kettner Replex Tube-Driven Tape Delay Simulator
Ibanez DE-7 Delay Echo
Ibanez DL-10 Digital Delay
Ibanez DML-20 Modulation Delay III
Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay
Korg 301DL Dynamic Echo
Landscape EDY
Line 6 ToneCore Echo Park
Line 6 DL-4 Delay Modeler
Marshall Echohead
SIB! Mr Echo
Tokai TDL-1 Digital Delay
WaveBox Triton
- Reverse:
Boss DD-5 Digital Delay
Danelectro Wasabi Forward-Reverse Delay
Digitech XDD Digidelay Delay
Electro-Harmonix 16 Second Delay
Algumas Fotos:
Line 6 DL-4 Delay Modeler:
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay:
Electro-Harmonix 16 Second Delay:
Alguns Videos:
Line 6 DL-4 Delay Modeler:
Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay:
Electro-Harmonix 16 Second Delay:
REVERB:
Efeito irmão do delay, a diferença está que ao invés de se ter uma única reflexão “indo e voltando” da origem sonora ao obstáculo, agora o reverb apresenta várias reflexões com vários tempos de atrasos diferentes, pois temos que imaginar vários obstáculos, uma mais perto outro mais longe e a reflexão do obstáculo mais próximo é mais rápido do que o que está mais longe..
Numa sala de concerto, o som que espectador ouve contém tanto o som original produzido pela fonte (voz, instrumento acústico, sistema de sonorização, etc) quanto às milhares de reflexões desse som original, que bate no chão, paredes e teto, até chegar aos ouvidos, com um pequeno atraso. Essas reflexões são como milhares de ecos do sinal direto que, devido à sua grande quantidade, não são perecebidas exatamente como ecos, mas sim como “reverberação”.
Baseados na reflexividade de um ambiente podemos distinguir os materiais de que ele é composto. Em salas grandes com paredes elevadas de tijolo a reverberação geralmente é muito pesada e precisa de algum tempo até cessar. Já uma sala pequena, com muitos objetos dentro, possui uma reverberação muito pequena, em geral nem percebida como tal. Entretanto, essa pequena reverberação de fato existe, e por essa a razão é que os projetistas de processadores de efeitos incluirem vários tipos básicos de reverberações, dando a eles nomes de tipos diferentes de “salas”. É muito natural, por exemplo, que uma programação de reverb chamada “Catedral” produza uma reverberação longa e muito densa, enquanto uma programação chamada de “Room” represente a acústica de uma sala muito menor.
As primeiras unidades foram os reverbs de mola e de placa.
Um reverb de placa é composto de uma placa fina de aço ou outro metal resistente coberto com liga de ouro, que é posto a vibrar pelo sinal a ser processado (reverberado). Em outro ponto da placa o sinal é captado por um transdutor e então adicionado ao sinal original.
O reverb de mola usa o mesmo principio, mas o som reverberado possui uma qualidade inferior ao do sistema com placa. Sinais com muita dinâmica, como bateria, sofrem uma compressão alta quando reproduzidos num reverb de mola.
Hoje os processadores de efeito conseguem emular qualquer tamanho de sala com superfícies distintas.
Resumindo, o tipos de reverbs são Plate (sala pequena com superfícies muito reflexivas), Room (sala de porte médio – tem a intenção de soar um ambiente caseiro comum), Hall (sala de grande porte, ambientes amplos – som de Catedral), Chamber Hall (câmaras de concerto) e finalmente o usados por guitarristas, o Spring (reverb de mola dos amplis de guitarra).
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:
Reverb type – seleciona o tipo de sala a ser escolhida;
Decay / Time – controle de duração do reverb até não ter nenhuma reflexão soando;
Mix – controla a mistura do som reverberado com o som original;
Diffusion – controle de densidade das reflexões;
Pré-Delay – controle de tempo para que o som comece a reverberar
Exemplos:
Boss RV-2 Reverb
Boss RV-3 Reverb Delay
Boss RV-5 Reverb
Danelectro Corned Beef Reverb
Danelectro Spring King Spring Reverb
DigiTech DigiVerb Digital Reverb Pedal
Digitech TSR24 True Stereo Reverb
Electro-Harmonix Holy Grail
Guyatone MR-2 Micro Reverb
Onerr DG-1 Digital Reverb
Marshall Reflector Digital Reverb
Rocktron Cyborg Digital Reverb Pedal
Algumas Fotos:
Boss RV-5 Reverb:
Electro-Harmonix Holy Grail:
Alguns Videos:
Boss RV-5 Reverb:
Electro-Harmonix Holy Grail:
A Proxima parte sera sobre o grupo de TONALIDADE, o grupo dos wah-wah, equalizadores e etc, até mais!!!
Bom galera, acho que quase todo mundo que frequenta a AGT, conhece ou já ouviu falar do Vanio né?! Pois bem, o cara é um baita professor, musico e amigo, recentemente ele fez o seu blog, o blog esta em construção ainda, mas já mostra um pouco do trabalho desse genio. No total, até agora, são 5 musicas disponíveis para se ouvir no blog, são elas;
Hoje vou divulgar dois videos de um grande amigo meu, aqui da cidade de Joinville, o Léozinho, ou Léo Dressel!
O kra é fera, virou endorse da Tagima aos 15 anos de idade, participava da expomusic sendo convidado especial da Tagima e da Warm Music desde os 13 anos de idade!!!!
Agradecimentos especiais a Tagima, Basso, Solez e Polvani.
Estão inclusos no grupos efeitos como CHORUS, FLANGER, SIMULADORES DE LESLIE, PHASER, VIBRATO/TREMULO, RING MODULATOR, etc. Se formos contar de verdade esse grupo pode ficar gigante se começarmos a contar efeitos vindos da combinação de outros de modulação já existente.
A categoria de modulação trabalha dentro do principio de dobra de sinal, alteração na freqüência, alteração da afinação, alteração da amplitude, alteração na fase do sinal.
PS. Se levar o conceito ao pé da letra os efeitos de PITCH podem ser inclusos em modulação, mas nesse tópico vou colocar em grupo separado. Descreverei os principais.
CHORUS: Para entendermos como funciona um chorus, vamos imaginar a seguinte situação: se dois guitarristas tocam o mesmo acode/nota ao mesmo tempo várias vezes, os dois sons gerados por eles vão ter um certo atraso gerado pela diferença execução existente entre um guitarrista e outro, os dois sons estarão sutilmente desafinados, visto que cada guitarrista tem sua “pegada”, e também os sons estarão diferentes devido aos equipamentos serem diferentes (mesmo se for da mesma marca e modelo, nenhum equipamento é igual a outro, nem que essa diferença seja sutil, mas existe). O chorus faz exatamente isso, só que eletronicamente. O atraso gerado geralmente é algo em torno de 20ms e 30ms e esse atraso é somado à onda original, gerado pela guitarra. Este atraso é levemente desafinado pela variação de velocidade da onda. Imagine dois toca fitas tocando junto só que um deles têm uma leva variação de velocidade, isso gerará uma desafinação e quando os dois forem somados haverá um Chorus. A variação de velocidade da onda é gerada pelo LFO (Low Frequency Oscilator) – oscilador de baixas freqüências. Variando sua velocidade, o LFO faz mudanças em freqüências muito baixas, fazendo uma leva desafinação no sinal que é dobrado.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são: Depth – controla a profundidade da onda dobrada, acentuando ou atenuando a desafinação. Rate / Speed – Controle de velocidade da oscilação, o distanciamento da afinação (pitch) original. Outros – os chorus modernos possuem outros recursos como Volume do efeito, Tone para dar mais um brilho no efeito e até um botão (no caso do Ibanez CF-7) chamado 10ms que atrasa mais 10ms do sinal já atrasado. Mas o que comando realmente o chorus é o Depth e o Rate, qualquer outro botão é recurso adicional.
Exemplos: Boss CE-1 Chorus Ensemble Boss CE-2 Chorus Boss CE-3 Chorus Boss CE-5 Chorus Ensemble Boss CEB-3 Bass Chorus Boss CH-1 Super Chorus Boss DC-2 Dimension C Boss DC-3 Digital Dimension Boss PS-3 Pitch Shifter Delay Danelectro Cool Cat Chorus Digitech XMC Multi Chorus DOD FX-65 Stereo Chorus Dunlop Rotovibe Dunlop UniVibe Electro-Harmonix Clone Theory Chorus/Vibrato Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay Electro-Harmonix Small Clone Analog Chorus Electro-Harmonix Stereo PolyChorus Fulltone ChoralFlange Fulltone Deja 'Vibe Ibanez BC-9 Bi-Mode Chorus Ibanez BCL Bi-Mode Chorus Ibanez CF-7 Chorus/Flanger Ibanez DML-20 Modulation Delay III Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay Ibanez SC-9 Stereo Chorus LandScape Angel Chorus Line 6 MM-4 Modulation Modeler Maxon CS-9 Pro STEREO CHORUS PRO MXR Micro Chorus MXR Stereo Chorus Roger Mayer Voodoo Vibe Sweet Sound Ultra-Vibe Chorus/Vibrato TC Electronic TCF Chorus/Flanger Tokai TCH-1 Chorus Yamaha AG Stomp Acoustic Preamp / Mic Modeler / FX Yamaha CH-10MII Chorus
Algumas fotos:
Boss CH-1 Super Chorus
Dunlop Rotovibe
MXR Stereo Chorus
Alguns Videos:
Boss CH-1 Super Chorus
Dunlop Rotovibe
MXR Stereo Chorus
FLANGER: Esse efeito é semelhante ao phase e foi usado pela primeira vez em uma gravação pelo inovador guitarrista Les Paul. Inicialmente o principio de funcionamento é igual do chorus (dobra + atraso + desafinação + sinal original), mas quando esse chorus foi soar, pegaram essa saída e jogaram novamente na entrada, ou seja, pegaram o sinal que ia sair de um chorus e realimentaram ele, jogando esse sinal na entrada novamente. Então o sinal é tratado como chorus e volta para um segundo tratamento causando um efeito de “redemoinho” ou de “avião a jato”. Na verdade esse efeito acontece devido a realimentação do sinal que provoca o cancelamento de algumas freqüências criando a sensação de decaimento e aumento em alguma delas. O flanger permite então vários ajustes, desde um chorus comum (é só deixar o botão Res ou Resonance ou Feedback no zero e ajustar o Depth e o Rate) passando por sons metálicos com ambiências reflexivas a dimensões pequenas (algo como um cano d’agua) até o som de aviões a jato.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são: Depth – controla a profundidade da onda dobrada, acentuando ou atenuando a desafinação. Rate / Speed – Controle de velocidade da oscilação, o distanciamento da afinação (pitch) original. Res / Resonance / Feedback / Regen – esse é o responsável pela quantidade de sinal que realimentará o efeito, quanto mais realimentação, mais presente será o efeito flanger. Outros – os flangers modernos possuem outros recursos como Volume do efeito, Tone para dar mais um brilho no efeito e até um botão (no caso do Ibanez CF-7) chamado 10ms que atrasa mais 10ms do sinal já atrasado. Mas o que comando realmente o flanger é o Depth, o Feedback e o Rate, qualquer outro botão é recurso adicional.
Exemplos: ADA Flanger Boss BF-2 Flanger
Boss BF-3 Flanger Boss DC-2 Dimension C Digitech XTF Turbo Flange Stereo Flanger DOD 101 Flanger DOD FX-75C Stereo Flanger DOD FX747 Supersonic Stereo Flanger Electro-Harmonix Electric Mistress Flanger Electro-Harmonix Stereo PolyChorus Fulltone ChoralFlange Ibanez CF-7 Chorus/Flanger Ibanez DFL Flanger Ibanez DML-20 Modulation Delay III Ibanez FL-9 Flanger Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay Line 6 MM-4 Modulation Modeler Musictronics/Mutron Flanger MXR Micro Flanger MXR Stereo Flanger
MXR EVH Flanger Pearl Flanger Ross Flanger TC Electronic TCF Chorus/Flanger Tychobrahe Pedal Flanger Vox Flanger
Algumas Fotos:
Boss BF-2 Flanger
MXR Flanger
MXR EVH Flanger
Alguns Videos:
Boss BF-3 Flanger
MXR Flanger
PHASER: Esse é o efeito em que Eddie Van Halen arrebentou, confira o trabalho “Atomic Punk” desse mestre da guitarra. O phase era produzido originalmente gravando e reproduzindo o mesmo sinal em dois gravadores; as variações de pitch e velocidade provocam um efeito (wooshing). Largamente utilizado nos anos 60 pelas bandas psicodélicas, o phaser continua a ser um efeito popular. Esta unidade data de meados dos anos 70. O interessante resultado sonoro caracterizado neste efeito é obtido da seguinte forma: soma-se à onda original uma onda de mesma freqüência e amplitude, mas com uma variação temporal e linear de fase, o que resulta em uma série de interferências construtivas e destrutivas. O único parâmetro desse tipo de efeito é a freqüência com que varia a fase da onda somada à original. O efeito de phase emprega atrasos muito curtos na faixa de 1 a 10 ms. Quando o sinal original é atrasado em relação ao sinal repetido ocorre um efeito conhecido por comb filter no qual as frequências cujos períodos estão diretamente relacionados ao tempo de atraso são atenuadas e reforçadas devido ao cancelamento de fase. Efeitos de phase utilizam um determinado número de filtros para gerar o efeito comb. Usando um modulador (LFO) para mover esse filtro dentro de uma determinada região do espectro causa um cancelamento de fases variável dependente das frequências usadas. A diferença entre phase e flanger é que neste último a atenuação e o reforço das frequências ocorrem em intervalos regulares enquanto que no phase isso depende da disposição dos filtros. Além disso, no phase o espaçamento, a largura e a intensidade (depth) podem ser variáveis. Em geral, flange tem um efeito no campo das alturas mais pronunciado que o phase.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são: Rate / Speed - Determina a velocidade com o que o modulador irá varrer ciclicamente a faixa de espectro determinada. Range - determina essa faixa do espectro a ser varrida pelo modulador. Outros - filtros, feedback loop.
Exemplos: ADA Final Phase Big Briar Mooger Fooger MF-103 Phaser Boss PH-1 Phaser Boss PH-1r Phaser Boss PH-2 Super Phaser Boss PH-3 Phaser Shifter DOD FX20C Stereo Phaser Electro-Harmonix Bad Stone Phaser Electro-Harmonix Small Stone Phaser Russian Electro-Harmonix Small Stone Phaser USA Fulltone Deja 'Vibe Guyatone PS-3 Phase Shifter Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay Ibanez PH-7 Phaser Ibanez PT-707 Phasetone II Phaser Ibanez PT-9 Phaser Ibanez PT-909 Phase Tone Phaser Line 6 MM-4 Modulation Modeler Maestro Phase Shifter Motorphasor Phaser Musictronics/Mutron Bi-Phase Phaser Musictronics/Mutron Phaser II MXR Phase 100 Phaser MXR Phase 45 Phaser MXR Phase 90 Phaser Pearl Phaser Ross Phaser TC Electronic XII Progammable Phaser Tokai TPH-1 Phaser UniVox Micro-Fazer Phaser Yamaha PH-10MII Phaser
Algumas Fotos:
Boss PH-3 Phaser Shifter
MXR EVH Phase 90 Phaser
Alguns Videos:
Boss PH-3 Phase Shifter
MXR EVH Phase 90 Phaser
SIMULADORES LESLIE / ROTARY SPEAKER: Efeito obtido originalmente com uma caixa acústica girando, o que produz alterações de fase interessantes, principalmente em timbres de órgão e cordas. Esse efeito foi primeiramente gerado pela caixa Leslie, que era muito usada com os antigos órgãos Hammond. Para guitarra esse efeito é algo próximo de um chorus. Qual a diferença entre caixa Leslie e Rotary Speaker??? Simples. A Leslie é um objeto que possui “falantes” acoplados a um motor. Rotary Speaker é o efeito que gerado pela Leslie, quando os falantes estão girando.
Exemplos: DOD FX22 VibroThang Dunlop UniVibe Fulltone Deja 'Vibe
Fulltone Mini Deja Vibe 2 Hughes and Kettner Tube Rotosphere UniVox Uni-Vibe UniVox UniVibe VooDoo Lab Micro Vibe
Algumas Fotos:
Dunlop UniVibe
Fulltone Mini Deja Vibe 2
Alguns Videos:
Dunlop UniVibe
Fulltone Mini Deja Vibe 2
VIBRATO / TRÊMULO:
O conceito de vibrato e trêmulo se confundem, na verdade é até caso de muitas discussões. É certo que realmente esses dois itens se confundem, principalmente porque até fabricantes de pedais fazem pedais chamados Trêmulo e pedais chamados Vibrato, mas eu não vou discutir com ninguém mas vou postar aqui minhas conclusões mediante as pesquisas que fiz. Então, qual é a diferença entre vibrato e trêmulo??? O conceito de vibrato é múltiplas variações de tom, você treme a mão esquerda, como se estivesse fazendo vários bends menores na mesma nota ou treme a sua ponte fazendo o mesmo efeito. Trêmulo é a técnica usada para obter o efeito de Vibrato. Isso mesmo a técnica que consiste em tremer a corda com a mão ou com a alavanca, gerando um Vibrato é exatamente o Trêmulo. Resumindo Trêmulo é a técnica, a execução que tem por resultado o efeito vibrato. Nos pedais isso não passa de variação da freqüência do sinal. A esse sinal que sofre a variação de freqüência não é adicionado o sinal original como acontece no chorus, flanger, por exemplo. Existem também versões que apontam que Vibrato é variação de tom (como expliquei acima) e Trêmulo é uma variação periódica de amplitude (como variar periodicamente o botão de volume num aparelho de som). Fica a critério de cada um escolher em qual versão acreditar. Ambas as explicações têm nexo...
Exemplos: Boss PN-2 Tremolo Pan Boss PS-5 Super Shifter Boss TR-2 Tremolo Boss VB-2 Vibrato Colorsound Tremolo Diaz Tremodillo Tremolo DOD FX22 VibroThang Dunlop Rotovibe Dunlop UniVibe Dunlop TS-1 Tremolo Stereo Pan Dunlop TVP-1 Tremolo Volume Electro-Harmonix Clone Theory Chorus/Vibrato Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay Electro-Harmonix Wiggler Tremolo / Vibrato Fulltone Deja 'Vibe Guyatone VT-3 Vintage Tremolo Hughes and Kettner Tube Rotosphere Line 6 MM-4 Modulation Modeler Prescription Electronics Throb Tremolo Rocktron Surf Tremolo/Compressor Roger Mayer Voodoo Vibe Sweet Sound Ultra-Vibe Chorus/Vibrato VooDoo Lab Micro Vibe VooDoo Lab Tremolo Zvex Seek Wah / Tremolo / Filter
Alguams Fotos:
Boss TR-2 Tremolo
Boss VB-2 Vibrato
Alguns Videos:
Boss TR-2 Tremolo
Boss VB-2 Vibrato
OUTROS MODULADORES:
Como eu disse anteriormente se for para descrever todos os efeitos moduladores, isso precisaria de um trabalho muito grande, pois alem dos três (chorus, flanger e phaser) descritos existem outros que são combinação ou variação um dos outros. Enfim onde houver uma variação ou de fase, ou de freqüência e até mesmo de amplitude e que essa variação ou essas variações seja combinada com o sinal original poderá ser um modulação. Depois, ainda, desse resultado obtido, se usa-lo para realimentar o circuito haverá mais opções de efeitos todos oriundos de uma modulação ou modulações sejam elas quais forem.
Exemplos: Big Briar Mooger Fooger MF-102 Ring Modulator DOD FX13 Gonkulator Ring Modulator Fender Blender Fuzz Octave Maestro Ring Modulator
Temos orgulho de ser o primeiro blog a divulgar a banda!!!!!
A banda Hexafônicos de JoinilleSC, lançou a pouco tempo o seu primeiro cd, com o nome de Tarântula. A banda tem integrantes de Joinville e Curitiba que mistura Rock com ritmos Brasileiros (Baião, frevo, maracatu, afoxé, samba...). Tarântula, álbum de estréia dos Hexafônicos foi premiado em 3 editais culturais, e conta com a participação de grandes músicos como:EduArdanuy, Mozart Mello, Marcinho Eiras, EndrigoBettega, Orimar Hess dentre outros.
Integrantes:
AirtonMann - Guitarra e Voz ClovisCorrea - Guitarra, Baixo e Voz Marcos Parreira (Bocão) - Baixo, Violão e Voz JedielAraujo (Jeddy) - Piano, Teclados e Voz Fernando D'alqua (Sapo) - Bateria e Voz Leandro Gonçalves - Voz e Letras Com Exclusividade o VideoClip da Banda, musica Maracathrash:
Myspace da banda: http://www.myspace.com/hexafonicos
Quem quizer adquirir o cd: Abum Tarântula a venda na Rock Total, Musical Joinville, Graves&Agudos, Circus M. Store, IGT, Stage Music, Belas Artes, Arte Maior...$12,00 ou entrar em contato pelo e-mail hexafonicos@gmail.com
É o nome do novo álbum da banda sueca, comandada pelo excelente guitarrista Mattias "IA" EKlundh. O novo álbum tem 12 musicas, uma melhor que a outra. E elas são:
01. GodSavetheSpleen
02. HipHipHoorah
03. Teargas Jazz
04. Sick? (DeathbyHypochondria)
05. OK
06. Honey, You're a Nazi
07. TheOnlyWay
08. MurderGroupie
09. TheSmellofTime
10. OneLast Dance
11. Do NotDisturb
12. CleanitUp
Para quem quer ouvir as musicas do novo álbum, acessem esse link:
Rapaziada, o negocio é o seguinte, a AGT Academia de Guitarra e Tecnologia vai detonar geral na Mega Festa de fim de ano!!!! Vai ter desde workshop com alunos e professores até apresentações de bandas!!!
As bandas ainda não posso confirmar quais vão, mas assim que eu ficar sabendo eu coloco aqui pra galera!!!
Data: 12 de dezembro de 2009 Local: Cidade das Flores Horários: 17:00 às 18:00 >>> Jam Session "Mesa Redonda" somente para alunos e professores AGT! 18:30 às 22:00 >>> Festival de Guitarra AGT & Graves e Agudos !!! Aberto a todos convidados.
E mais: - Sorteio de Brindes - Apresentação de Guitar Hero - Lançamentos !!
Valor: R$ 5,00 na secretaria da AGT + 1 brinquedo (no dia do evento)
Confiram aqui alguns vídeos e fotos de eventos passados:
Bom galera, o meu primeiro post oficial ira ser sobre pedais, pedaleiras e etc, e quais a suas funções!!! Esse material eu vi no forum Cifra Club e achei interessante colocar ele aqui, pois pode ajudar muita gente. O material original é gigantesco, por isso irei dividir em partes, irei colocar cada parte a cada dois dias ou mais, por isso irei dividir por grupos de efeitos, começando com o Grupo de Efeito de Ganho. Pois então vamos a materia!!!!
Existe uma variedade gigantesca de efeitos para guitarra que vão desde saturação (ganho) até os de ambiência. Vou descrever o mais detalhado possível o que cada grupo de efeitos é, o que fazem, para que servem, e listar algumas marcas/modelos.
Com certeza eu não vou lembrar todas as marcas e modelos, então se sentirem falta de algum, por favor, citem para deixarmos o blog mais completo.
Para quem quiser ouvir SAMPLES dos pedais indico que entrem nos sites dos fabricantes (vou listar por último), pois a maioria, tanto nacional como importado, tem exemplos de seus pedais gravados. Caso no site do fabricante não ter um sample gravado, indico o site www.musiciansfriend.com que é um site de vendas onde tem samples de quase tudo o que tem no site.
É muito provável que vocês encontrem o mesmo exemplo pedal em dois efeitos diferentes, pois existem pedais com mais de um efeito (sem ser pedaleira). Por exemplo, o Ibanez CF-7, tem chorus e flanger na mesma unidade, então ele vai aparecer na lista de exemplos de chorus e depois na lista de exemplos do flanger.
Quando terminar de postar todos os Grupos de Efeitos vou mostrar alguns setups, com os efeitos mais usados no mundo. ---> Farei algo como um set com o overdrive mais usado no mundo ao lado do distortion mais usado no mundo, ao lado do chorus, flanger, delay, reverb, etc.<---
>>> Grupo dos efeitos de GANHO <<<
Estão inclusos nesse grupo os OVERDRIVES, DISTORÇÃO, FUZZ e BOOST. O conceito dos efeitos de ganho/saturação é nada mais nada menos de volume sobre volume. Nos pedais que possuem esse efeito o sinal que recebem é amplificado até a saturação desse componente que o amplifica, ou seja, o sinal é aumentado tanto que satura. Existem milhões de pedais de distortion, overdrive, boost e fuzz, de marcas, modelos, nomes e recursos variados. Não é raro também encontrar unidades que ficam entre dois efeitos, sem muita definição do estilo da sonoridade, mas com timbres muito interessantes. Também não é difícil encontrar equipamentos que tenha dois ou mais efeitos na mesma unidade. Outra febre que está rolando quanto aos efeito de saturação são os chamados SIMULAMPS, ou seja, simuladores de amplificadores que dispõe de sonoridades a escolha do usuário imitando os timbres de amplificadores clássicos. Nesse caso situarei os simulamps em distorção mas pode ser incluso em outros grupos.
OVERDRIVE: A intenção desse efeito é produzir a saturação leve e natural de um amplificador valvulado em volumes muito altos (como os primeiros amplificadores não tinham canal de distorção/drive, a saturação era tirada através da saturação natural das válvulas. Ainda no Overdrive temos uma ramificação de um efeito chamado CRUNCH, que nada mais é que um Overdrive com muito menos ganho, pode se considerar ainda um Boost com acréscimo de médios. O Crunch só dá “gás” no som acresciddo de um brilho.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são: Drive ou Gain – controla a quantidade de saturação ou seja o quanto a unidade vai saturar; Volume – controla o volume de saída do efeito. Tone – controle o timbre do efeito, geralmente o corte e acréscimo de freqüências agudas.
Exemplos: Banzai Cold Fusion Overdrive Barber Electronics Direct Drive Bixonic Expandora Overdrive / Distortion Boss BD-2 Blues Driver Overdrive Boss OD-1 Overdrive Boss OD-2 Turbo Overdrive Boss OD-3 Overdrive Boss ODB-3 Bass Overdrive Boss OS-2 Overdrive Distortion Boss SD-1 Super Overdrive Boss SD-2 Dual Overdrive Chandler Tube Driver Crowther Audio Hotcake Overdrive Danelectro Daddy O Overdrive DOD 250 Overdrive / Preamp DOD FX-50B Overdrive Plus Electro-Harmonix Hot Tubes Fulltone Fulldrive II Overdrive Guyatone OD-2 Overdrive Hobbertt Overdrive Faiska Ibanez TK-9999US Tube King Overdrive Ibanez TS-10 Tube Screamer Overdrive Ibanez TS-808 Tube Screamer Overdrive Pro Ibanez TS-9 DX Turbo Tube Screamer Overdrive Ibanez TS-9 Tube Screamer Overdrive Klon Centaur Overdrive Landscape Organic Drive e Booster Lovetone Brown Source Overdrive Marshall Drivemaster Overdrive Distortion Marshall Guv'nor Overdrive Marshall Shredmaster Overdrive / Distortion Matchless Hotbox Preamp Overdrive Distortion Mesa/Boogie V-Twin Preamp Overdrive Distortion MXR Distortion Plus Onerr Carbon-X Onerr Tungsten Oner Overdrive Prescription Electronics RxOverdriver Overdrive ProCo Rat II Overdrive/Distortion ProCo Turbo Rat Distortion/Overdrive ProCo Vintage Rat Distortion/Overdrive Roger Mayer Voodoo-1 Stamps Amplification Drive-O-Matic Overdrive Tech 21 Bass Driver / Direct Box Tech 21 SansAmp Classic Tube Works 901 Real Tube Overdrive Visual Sound Jekyll & Hyde Ultimate Overdrive Vox 810 Valve Tone Overdrive Way Huge Red Llama Overdrive Zoom 510 Dual Power Driver Overdrive / Distortion
Algumas fotos:
E tambem videos, porque não né:
Boss OD-3 OverDrive
Ibanez TS9DX Turbo Tube Screamer Overdrive
MXR Zakk Wylde Overdrive
DISTORTION: É uma saturação mais dura e pesada, e em relação ao overdrive tem os harmônicos mais acentuados. O sinal fica mais “sujo” tornando-se ideal para estilos mais “pesados” de Rock. Uns dos mais recentes campeões de vendas são os Simulamps que simulam os timbres de amplis clássicos, e no nosso caso aqui, simula as distorções de amplis clássicos.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são: Distortion – controla a quantidade de distorção; Volume – controla o volume de saída do efeito. Tone ou Equalização – controla as quantidades de graves e agudos. Esse controle nessas unidades vão desde um botão (Boss DS-1) até quatro botões (Boss MT-2) controalndo graves, agudos, médios e região de médios.
Exemplos: Bixonic Expandora Overdrive / Distortion Boss DF-2 Super Distortion & Feedbacker Boss DS-1 Distortion Boss DS-2 Turbo Distortion Boss HM-2 Heavy Metal Distortion Boss MT-2 Metal Zone Distortion Boss OS-2 Overdrive Distortion Danelectro DD-1 Fab Tone Distortion DOD FX-56 American Metal DOD FX13 Gonkulator Ring Modulator Electro-Harmonix Big Muff Pi Distortion Russian Electro-Harmonix Big Muff Pi Distortion USA Electro-Harmonix Hot Tubes Ibanez SD-9 Sonic Distortion Ibanez SM-7 Smash Box Distortion Landscape Brutall Distortion Marshall Drivemaster Overdrive Distortion Marshall Shredmaster Overdrive / Distortion Matchless Hotbox Preamp Overdrive Distortion Maxon Distortion and Sustainer Mesa/Boogie V-Twin Preamp Overdrive Distortion Morley PDW-II Distortion / Wah / Volume MXR Distortion II MXR Distortion Plus Onerr Distortion Onerr Super Distortion Onerr Tungsten TO-3 Prescription Electronics RxOverdriver Overdrive ProCo Rat II Overdrive/Distortion ProCo Turbo Rat Distortion/Overdrive ProCo Vintage Rat Distortion/Overdrive Roger Mayer Voodoo-1 TC Electronic Booster / Line Driver / Distortion Tech 21 SansAmp Classic Tech 21 SansAmp GT-2 (e todos os seus clones) Tech 21 SansAmp TriAC (esse deveria ter um clone) Tech 21 SansAmp TriOD Tokai TDS-2 Distortion Tube Works 901 Real Tube Overdrive Visual Sound Jekyll & Hyde Ultimate Overdrive Vox 830 Distortion Booster WaveBox Argos Yamaha DI-10MII Distortion Zoom 510 Dual Power Driver Overdrive / Distortion
Algumas Fotos:
Alguns Videos:
Boss MT-2 Metal Zone h
Marshall JH-1 JackHammer
MXR Dunlop Dime Distortion
FUZZ: As primeiras unidades de saturação foram os Fuzz, que apareceram na década de 60 e foram muito populares. O mais clássico e popular Fuzz desta época foi o “Fuzz Face”, famoso por ter sido usado pelo mestre Jimi Hendrix. O Fuzz tem um timbre muito particular que realça os harmônicos ímpares, evidenciando muito a onda quadrada. Provavelmente seja esse o motivo de ser difícil audição, alguns acordes.
Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são: Fuzz – controla a quantidade de saturação; Volume – controla o volume de saída do efeito. Tone – controla o corte e acréscimo de freqüências agudas.
Exemplos: Bertola Mini Fuzz Boss FZ-2 Fuzz / Boost Colorsound Tone Bender Fuzz Dallas Arbiter Fuzz Face DOD FX-25 Classic Fuzz Dunlop Fuzz Face Reissue Dunlop JH3S Jimi Hendrix Octave Fuzz Effector 13 Super Tri-Fuzz Electro-Harmonix Fuzz Wah Fender Blender Fuzz Octave Fender Fuzz Wah Frantone Peach Fuzz Fulltone Soul Bender Fulltone Ultimate Octave Fuzz/Octave Home-Made Fuzz Ibanez FZ-5 Sixties Fuzz Marshall Supa Fuzz MXR Blue Box Paul Hammond Fuzz Prescription Electronics Experience Fuzz Octave Swell Pedal ProCo Turbo Rat Distortion/Overdrive Roger Mayer Mongoose Fuzz Roger Mayer Octavia Fuzz/Octave Roger Mayer Octavio Fuzz/Octave Prototype Roger Mayer Rocket Fuzz Roger Mayer Voodoo Axe Fuzz Roger Mayer Voodoo Bass Fuzz Roger Mayer Voodoo-1 SIB! Buttface Fuzz UniVox Super Fuzz VooDoo Lab Boss Tone Fuzz Vox Tone Bender Vintage Zoom 510 Dual Power Driver Overdrive / Distortion Zvex Fuzz Factory
Algumas Fotos:
Alguns Videos:
Boss FZ-5 Fuzz
Fender Fuzz Wah
BOOST / PRÉ AMP: Nada mais é do que um efeito que aumenta o volume do sinal que recebe, mas sem chegar a saturar/distorcer. É um aumentador de volume. Bom se lembrarmos que a saturação é volume sobre volume, o boost é então um ótimo saturador de outros efeitos de ganho, ou seja se colocarmos mais volume da entrada de um pedal de distorção/overdrive/fuzz, o resultado final é mais saturação na saída de uma dessas unidades. A gora se pegarmos uma unidade de distorção/overdrive/fuzz, e ligarmos na saída deles o boost, teremos nada mais nada menos do que o volume do efeito aumentado. Raciocinando, todos pedais de ganho, se zerarmos a distorção/drive dos pedais de distorção/overdrive/fuzz, teremos também um booster, com a vantagem de usarmos a equalização/tone desses pedais para ajustarmos o timbre. Devido algumas particularidades que trataremos mais pra frente o COMPRESSOR e o EQUALIZADOR também podem atuar como booster.
O botão de regulagem que geralmente compõe essas unidades é: Volume – controla o volume do sinal que recebe.
Exemplos: Banzai Cold Fusion Overdrive Barber Electronics Direct Drive Boss FZ-2 Fuzz / Boost DOD 250 Overdrive / Preamp DOD FX-10 Bifet Preamp Hobbert Baby Booster Klon Centaur Overdrive Lee Jackson Custom preamp Marshall DRP-1 Preamp / Direct Box Matchless Hotbox Preamp Overdrive Distortion Mesa/Boogie V-Twin Preamp Overdrive Distortion MXR Micro-Amp Preamp Prescription Electronics RxOverdriver Overdrive Roger Mayer Voodoo-1 TC Electronic Booster / Line Driver / Distortion Yamaha AG Stomp Acoustic Preamp / Mic Modeler / FX Zvex Super Duper 2-in-1 Zvex Super Hard-On Preamp / Boost Dallas Arbiter Rangemaster Dan Armstrong Red Ranger Glen Fryer Treble Booster Brian May Model
Algumas Fotos:
Alguns Videos:
MXR M133 Micro Amp
Mesa Boogie V-Twin
O proximo Grupo de Efeitos de Modulação, tais como, CHORUS, FLANGER, SIMULADORES DE LESLIE, PHASER, VIBRATO/TREMULO, RING MODULATOR, etc.
Bom galera, é isso ai, eu me chamo Mayron e a partir de hoje fico responsável pelo blog da AGT.
A partir de agora, o blog teráactualizaçõesdiárias, com novidades do mundo musical. Sempre irei colocar vídeos de novas bandas, ou bandas em destaque. Claro que a opinião de vocês é sempre bem vinda, por isso irei deixar o meu e-mail disponível aqui, caso vocês tenham algumas dicas de matérias, é só me mandar um e-mail!
O nome é loco e som dos caras é muito masssaaa !!!! Banda de Joinville que tá quase saindo da garagem para o universo !!!! Fiquem ligados nos contatos do orkut para informações sobre os próximos shows:
Banda Potranka Velha, 7 meses com a formação atual, influencias: raimundos, tequila baby, ramones...
VOCAL: Rafael GUITARRA: Kaillon GUITARRA: Douglas BAIXO: Maykon BATERIA: Eduardo
comunidade no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=27269680
Aeee Pessoal !! Depois de várias coisas maravilhosas que estão acontecendo na AGT (eventos), vamos retomar o projeto do blog e fazer esse lance bombar !!!! Fica o convite pra galera: MARCINHO EIRAS - GUITARRISTA DA BANDA DO FAUSTÃO !!!! Fera das duas guitarras ! E... Dia 13...ANDREAS KISSER DO SEPULTURAAAAAAAAAAAAAAAA !!!!! Valewwwwww